A CONCEPÇÃO BIOÉTICA SOBRE A VALIDAÇÃO DA POLÊMICA DA AUTO-HEMOTERAPIA

Eduardo Jose Ficagna, Patrícia Barth Radaelli, Márcio Battisti

Resumo


Este trabalho compreende um estudo acerca da auto-hemoterapia, a qual consiste na retirada de sangue de uma pessoa e sua aplicação no próprio doador com o objetivo, aparente, de instigar o sistema imunológico a se fortificar. Este estudo objetiva traçar um possível entendimento para as inúmeras divergências que envolvem diferentes órgãos e instituições médicas a respeito da validação ou não da auto-hemoterapia. A escolha dessa abordagem temática justifica-se pela falta de pesquisas sobre essa prática milenar e crescente atualmente, a qual faz com que os métodos de validação e aceitação na comunidade médica, como técnica hemoterápica, sejam questionados. Nesse sentido, buscam-se aparatos médicos, éticos, morais, sociais, econômicos e políticos que ajudem a comprovar ou erradicar de vez essa prática com a finalidade de proteger as pessoas de riscos e vulnerabilidades. A análise está fundamentada nos preceitos teóricos descritos por Denise Ferreira Leite, Patrícia Fernanda Toledo Barbosa, Volnei Garrafa, Teógenes Luiz Silva Da Costa entre outros estudiosos que serão mencionados no decorrer deste trabalho. A pesquisa evidenciou, mediante análise bibliográfica, que não há um consenso entre a ANVISA, o CFM e a bioética, visto que esta não condena enquanto aquelas não aceitam tal prática.


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